Ensino Doméstico - Educação Domiciliar

Aos pais pertence o direito de escolher a educação dos filhos

Benjamim Almeida Fontes
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Dias críticos do ensino doméstico

Amigos:
Passei por aqui, pelo ensino doméstico e deparo-me com duas frentes de trabalho dos meus queridos colegas deste sítio.
Uma frente no parlamento britânico: alguns políticos queriam controlar (pôr a pata em cima) do ensino doméstico. A liberdade é tão bonita. Força, Paula. A verdade está do vosso lado. Como o azeite vem sempre ao de cima. Vencerá.
Uma segunda frente no Brasil amanhã. Todo o meu apoio "espiritual" convosco.
Passei por aqui e deixo um bocadinho da minha experiência:
Eduquei com a minha mulher nos anos 80, 90, 2000... duas filhas. 20 anos... precisamos de 20 anos para lançar os filhos para a vida.
Problemas sentidos:
Tivemos uma professora que dava castigos físicos. Essa professora passava nas relações sociais superficiais por nossa "amiga". Nós só descobrimos muito tarde. Um dia uma nossa educanda com 6 anos pediu-nos para não ir para a escola. Eu não soube encontrar soluções. Mais tarde soube que uma professora usava castigo físico. Ainda hoje me doi esta situação.
Soluções positivas para casos destes: ter a disponibilidade para um dos cônjuges deixar o emprego e dedicar-se à educação doméstica. Segunda capacidade importante: estar atento ás afirmações dos filhos. Quando um filho nos diz que não quer ir à escola. Examinar profundamente o que está por trás desta afirmação.
Voltar ao ensino doméstico é como voltar ás origens. O ensino em escolas (ensino como empresa) tem 100 a 200 anos.
Força, amigos. O ensino doméstico é um dos caminhos certos. Claro que há boas escolas privadas. Boas escolas ligadas à religião. E boas escolas públicas. Mas o cerne de tudo é o ensino familiar para as famílias bem estruturadas. Para as outras... é um problema a ver à parte.
Benjamim Fontes
Fiaes
Norte de Portugal

Caixa de Recados (3 comentários)

Às 13:50 em 18 dezembro 2009, Benjamim Almeida Fontes disse...
Dias críticos do ensino doméstico.
Amigos:
Passei por aqui, pelo ensino doméstico e deparo-me com duas frentes de trabalho dos meus queridos colegas deste sítio.
Uma frente no parlamento britânico: alguns políticos queriam controlar (pôr a pata em cima) do ensino doméstico. A liberdade é tão bonita. Força, Paula. A verdade está do vosso lado. Como o azeite vem sempre ao de cima. Vencerá.
Uma segunda frente no Brasil amanhã. Todo o meu apoio "espiritual" convosco.
Passei por aqui e deixo um bocadinho da minha experiência:
Eduquei com a minha mulher nos anos 80, 90, 2000... duas filhas. 20 anos... precisamos de 20 anos para lançar os filhos para a vida.
Problemas sentidos:
Tivemos uma professora que dava castigos físicos. Essa professora passava nas relações sociais superficiais por nossa "amiga". Nós só descobrimos muito tarde. Um dia uma nossa educanda com 6 anos pediu-nos para não ir para a escola. Eu não soube encontrar soluções. Mais tarde soube que uma professora usava castigo físico. Ainda hoje me doi esta situação.
Soluções positivas para casos destes: ter a disponibilidade para um dos cônjuges deixar o emprego e dedicar-se à educação doméstica. Segunda capacidade importante: estar atento ás afirmações dos filhos. Quando um filho nos diz que não quer ir à escola. Examinar profundamente o que está por trás desta afirmação.
Voltar ao ensino doméstico é como voltar ás origens. O ensino em escolas (ensino como empresa) tem 100 a 200 anos.
Força, amigos. O ensino doméstico é um dos caminhos certos. Claro que há boas escolas privadas. Boas escolas ligadas à religião. E boas escolas públicas. Mas o cerne de tudo é o ensino familiar para as famílias bem estruturadas. Para as outras... é um problema a ver à parte.
Benjamim Fontes
Fiaes
Norte de Portugal
Às 19:09 em 18 dezembro 2009, Paula disse...
Olá Benjamim,

Obrigada pelo apoio. Felizmente, a situação aqui é completamente diferente do Brasil. Aqui lutamos por manter a nossa independência: podemos educar os filhos da forma que melhor vai ao encontro dos seus interesses e que melhor se adequa às suas personalidades e estilos de aprendizagem sem precisarmos de prestar satisfações a funcionários públicos que não estão a par das vantagens do homeschooling. O governo aqui reconhece o valor do ensino domiciliar mas gostaria de começar a regulamentá-lo.

No Brasil pensam que "Os filhos não são dos pais... Aos pais cabem, sim, as obrigações de manter e educar os filhos consoante a Constituição e as Leis do país..." Não reconhecem o valor do ensino domiciliar nem estão a par dos resultados das várias pesquisas que demonstram o sucesso do homeschooling, não só a nível acadêmico mas também em relação à socialização. Este é apenas um exemplo...

E como dizes, a saúde e o bem estar emocional das crianças é importantíssimo mas infelizmente a maior parte das pessoas recusa-se a ouvir os jovens e a abrir os olhos para o tipo de socialização oferecido pelas escolas.

Nós, felizmente, não vamos ser afectados por quaisquer possíveis mudanças na lei porque o meu filho já ultrapassou a idade do ensino obrigatório (como o tempo passa!) e também teve a sorte de escapar a ampliação dessa "obrigação" até aos 18 anos... Mas entristece-me saber que em alguns países o Estado, em vez de apoiar e respeitar as famílias que tomam responsibilidade pela educação dos filhos, decidem perseguí-las.

Benjamim, aproveito para vos desejar um Natal muito feliz!
Às 5:05 em 11 agosto 2010, Alan Dubner disse...
Oi Benjamim, obrigado pelo seu comentário! Você foi um dos primeiros que me recebeu aqui na rede. Não poderíamos deixar esse trabalho maravilhoso que a Paula gentilmente criou para nós. Trata-se de uma ilha num oceano de dificuldades para o ensino doméstico. A beleza dessa rede é unir pessoas do Brasil, Portugal, Inglaterra e outros países numa busca comum. Eu e a minha esposa, Deborah, vamos abrir um forum logo mais para contar nossa experiência até aqui e contar com a ajuda de todos vocês. Grande abraço!

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