Ensino Doméstico - Educação Domiciliar

Aos pais pertence o direito de escolher a educação dos filhos

Érika Porrelli Drigo
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Gostarias de falar um pouco de ti? Quem és? Would you like to speak a little about you? Who are you?
Tenho 04 filhos , todos foram educados em escolasn formais. Interessei-me pelo site por causa da minha última filha, a Déborah , ela tem 10 anos e ainda não sabe ler. Já mudei várias vezes de escola e método de ensino.Ela tem profª particular num período e vai pro colégio no outro. Ultimamente tenho pensado na possibilidade de educá-la de maneira diferente.Gostaria de conhecer mais o método de vocês, quem acompanha as crianças, qual o material didático que usam, etcAqui no Brasil não conheço ninguém(pelo menos por perto) que tenha tentado isso.
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Caixa de Recados (3 comentários)

Às 11:48 em 24 agosto 2009, Paula disse...
Oi Erika,

Bem vinda! A "boniteza" do ensino doméstico é a sua flexibilidade e diversidade, pois cada família tem a liberdade de adoptar o método que vai mais ao encontro da forma como os filhos melhor aprendem. Por isso há famílias que adoptam um método para um filho e outro método para outro, e famílias que têm filhos educados em casa e filhos que frequentam a escola.

Há famílias que optam por uma abordagem mais tradicional, uma espécie de "escola em casa", preferindo seguir um currículo e dar estrutura à aprendizagem. Outras famílias preferem o unschooling, a aprendizagem centrada na criança e direccionada pela criança. E depois há uma série de famílias que optam pelo "caminho do meio"...

Quanto a aprender a ler, há muitas famílias aqui no Reino Unido que fazem questão de não ensinar os filhos a ler até que eles estejam prontos e motivados para tal. Há uma estória de um rapaz, educado em casa, que aos 15 anos ainda não sabia ler. Agora está acabando o doutoramento em Oxford.

Parece-me que hoje em dia há uma obsessão com a leitura e com a ideia de que todas as crianças devem aprender as mesmas coisas ao mesmo tempo. No entanto, todas elas são diferentes e nós devemos respeitar essa diferença. Tentar forçá-las a aprender coisas quando elas ainda não estão prontas ou não estão interessadas acaba por ser contraproducente e criar uma certa repulsão e/ou complexos que depois elas levam uma vida inteira a tentar ultrapassar.

Mas é claro, essa é apenas a minha opinião...
Às 14:10 em 24 agosto 2009, Paula disse...
Acabei de ler esta estória e pensei em vocês:

Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo.

"Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, observando como ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então, parecia que ela havia parado de fazer progressos. Pareceu-lhe que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.

O homem decidiu ajudar a borboleta: pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha asas amassadas. O homem continuou a observá-la, porque esperava que, a qualquer momento, as suas asas se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu!

Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e as asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, com sua gentileza e vontade de ajudar não compreendera, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual a Natureza permitia que o fluído do corpo da borboleta impregnasse as suas asas, fortalecendo-as, de forma que ela estaria pronta para voar, uma vez que estivesse livre do casulo. Tudo a seu tempo.
Às 15:20 em 24 agosto 2009, Paula disse...
Gostei dessa estória porque me faz lembrar a importância de confiar no processo dos nossos filhos.

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